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Foto: Camila Martins
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Fotojornalismo - Catador de papel de Maringá não tem onde morar
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Denúncia social: Lixo da construção civil jogado na nascente de um rio, na região de Maringá
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Fotojornalismo - Esta viúva sustenta os filhos reciclando
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Macrofotografia - Mostrar detalhes da natureza por meio da fotografia
domingo, 8 de novembro de 2009
A Charge do Jornal
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
A ampulheta dos blogs

Não há nada pior do que entrar em um blog e ver que o último post é antigo. Para ser claro, ver que o blog está desatualizado. Falta de ideia não é, pois elas aparecem a todo o momento em minha mente. Vontade de fazer novas matérias e procurar curiosidades para colocar aqui. É um conflito entre cérebro e blog [risos]. Sabe, explicando melhor há um conflito também com a falta de tempo. A cada dia que passa parece que o nosso tempo vai diminuindo e quando vemos a vida já está passando. Será que existe uma explicação para isso?
Bom, a ideia desse post é pedir desculpa pela falta de postagem. O blogueiro aqui está com o tempo curto para pensar e escrever.
Prometo que os próximos posts virão cheio de assuntos interessantes.
Por enquanto, a gente vai se falando pelo twitter!
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Topiaria embeleza casa de pedreiro no Requião
Andando pelo Conjunto Habitacional Requião, localizado na região leste de Maringá, é possível avistar na rua Dirce Mari Schuinka Ribeiro uma casa muito curiosa, cheia de plantas em forma de esculturas. Na curiosidade de saber quem fazia aquele trabalho, conheci Mamédio Candido Silva, 47 anos, morador do bairro há 13.
Vindo de Pedra Azul, interior de Minas Gerais, Silva é um artista popular do Conjunto Requião. No quintal da casa dele existem várias esculturas feitas com violeteira, planta de origem mexicana, conhecida no Brasil como pingo de ouro.
Silva trabalha como pedreiro durante a semana para garantir o sustento da casa e aos finais de semana faz alguns trabalhos como jardineiro. Ele conta que sempre gostou de desenhar, mas como não tinha tela resolveu criar as figuras com plantas. E deu certo. "Nunca pintei uma tela, mas tenho vontade de um dia ter a oportunidade de comprar uma e a pintá-la. Gosto muito de trabalhar com plantas. Assim que me mudei para o Requião, resolvi plantar pingos de ouro no quintal de casa e começar a formar figuras."
A técnica exige muita dedicação, paciência e criatividade, pois, dependendo da escultura, pode se levar anos para finalizá-la. "Há figuras que demoram seis meses e há outras que demoram anos. É preciso um pouco de paciência e vontade", diz o artista.
Segundo alguns moradores do bairro, Silva faz também serviços voluntários para a vizinhança. Simone Modesto Cavalheiro, 32 anos, moradora do bairro há 12, conta que o pedreiro sempre está ajudando alguns vizinhos. "Acho o trabalho de Mamédio interessante. Ele sempre me ajuda quando eu preciso. Aqui em casa ele está sempre cortando a grama para mim", afirma Simone.
Os clientes de Silva aprovam o serviço dele. Sheila Fabrícia, 27 anos, conta que Silva sempre está modelando a árvore em frente à casa dela. "Gosto do trabalho de Mamédio, ele é caprichoso e gosta do que faz. Deixo a árvore em frente de casa por conta dele e não me arrependo. Está sempre bem podada e modelada", elogia Sheila.
A técnica de podar jardins com formatos definidos é considerada uma arte. Segundo o arquiteto e paisagista Antonio Claret Miranda, 51 anos, a técnica é conhecida como topiaria, cuja origem remonta há 500 anos A.C., quando foi explorada nos jardins suspensos da Babilônia. "Esse trabalho é muito valorizado, principalmente na Europa, onde há vários jardins, como o do Palácio de Versalhes. Existem praças que ainda conservam essa arte, como em algumas cidades do Estado de São Paulo, Minas Gerais e outras. A foto mais artística é a do peão de boiadeiro no cavalo, embora todas estão em crescimento e enchimento da escultura, o que demora anos e anos", avalia o paisagista.
Este texto foi publicado no Jornal Laboratório do Cesumar - Matéria Prima (Faz algum tempo, mas gosto tanto da história que resolvi compartilhar aqui também)
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
A visão estereotipada de algumas cidades brasileiras

Esta postagem é seguência do "post" anterior. Não é uma reportagem, mas sim uma opinião de um estudante de jornalismo, revoltado com os noticiários policiais, que só mostram a violência nas cidades brasileiras. A intenção é mostrar o quanto a violência, por menor que seja, mancha e fere a imagem de uma cidade quando divulgada com frequência. Ninguém gosta de ver o lugar onde nasceu, cresceu e trabalha, como um lugar perigoso e de risco. É fato que temos muitas cidades que vivem essa realidade (de serem manchadas) e isso nos deixa muito triste. Me recordo de uma reportagem que fiz como trabalho para o primeiro ano da faculdade(2007), na qual abordei os problemas que os brasileiros enfrentam para entrar no mercado de trabalho, como falta de oportunidade, qualificação, estudo e o pior, por morarem em cidades na qual a sociedade as vêem com uma visão estereotipada da realidade. Um dos entrevistados que consegui, me disse que já havia oito meses que procurava emprego, mas que as condições (violência) do bairro o impedia. Ele me disse que quando deixava um curriculum para uma oportunidade nunca poderia colocar o bairro onde morava porque se não perderia a vaga. Perguntei a ele se já havia passado por algum tipo de preconceito e ele me disse que “diretamente não”, mas que tinha quase certeza que não se encaixava no mercado de trabalho por puro preconceito da sociedade, pois qualificação e boa vontade ele tinha. Isso se chama “imagem estereotipada” de uma certa população e região. Conhecemos grandes centros que vivem essa realidade. Acredito que não é preciso citar nomes, pois todo mundo deve conhecer uma cidade que passa por estereótipo ruim da sociedade. Muitas vezes não há nem muitos crimes nesses locais, mas os noticiarios os tornam lugares com imagem negativa. Cidades como Sarandi, são repletas de histórias lindas que se escondem atrás dos noticiários policiais. Vou lembrar de uma agora. Ainda este ano, conheci uma mulher chamada Sueli. Ela mora em Sarandi há muitos anos. Numa tarde de domingo estava na cidade fazendo uma reportagem e a encontrei. Quando passei em frente a casa dela (casa simples) não resisti e perguntei o que a deixava tão triste. Ela me disse: “Sou catadora de papelão e não consigo ganhar dinheiro porque o preço do papel baixou”. Viúva, mãe de três filhos, o desespero bateu na porta dela por causa das dificuldades em ganhar dinheiro para sustentar as crianças, e nem por isso ela saiu pelas ruas pedindo, ou até mesmo roubando e se desculpando por falta de oportunidade. O que mais me motivou foi ver que ela ainda tinha muita garra em meio a tantos problemas e que mesmo assim não poderia demonstrar insegurança para os filhos. Nunca vou me esquecer do que ela me disse. “Não tenho preguiça de trabalhar. Meu marido morreu há alguns meses e agora estou passando por dificuldades por causa do baixo preço do papel, e mesmo assim, jamais vou roubar o que alguém trabalhou para conseguir.” Foram exatamente estas palavras. Me recordo como se fosse hoje. É claro que não poderia deixar de colocar uma foto dela nesta postagem (Tem duas fotos abaixo). São histórias assim que não vimos. São essas histórias que mudam a cara e a realidade de uma cidade. Histórias motivadoras de gente que trabalha em prol do futuro e mesmo com tanta dificuldade enfrentam os problemas de frente e não criam mais problemas à cidade. Tenho certeza que a Sueli não é a única moradora daquele município que age assim: como cidadã. Quantos e quantos moradores de Sarandi levantam de madrugada e saem para garantir o sustento da família? Vejo todos os dias, bem cedo, vários ônibus cheios de trabalhadores chegando a Maringá para trabalhar e garantir o sustento da família de maneira justa e certa. Cadê essas histórias?
Por isso, minha intenção não é e nem nunca será difamar uma cidade ou região, mas sim tentar entender o porquê histórias assim nunca vêem à tona...
Sueli: Moradora de Sarandi. Catadora de papel, viúva e mãe de três filhos. É um exemplo de determinação domingo, 4 de outubro de 2009
Um lugar tranquilo em meio a tanta violência?
Essa é a visão que se têm quando termina a avenida Maringá, na cidade de Sarandi (vizinha de Maringá). Uma ferrovia, um pequeno bar e várias casas de madeira. Segundo os moradores, o lugar é tranquilo e quase não há registro de violência e crime na região. Sarandi pode ser considerada uma cidade violenta? O trabalho de produtor na rádio CBN Maringá, me proporcionou uma visão ampla das cidades da região noroeste. Até hoje não tive a felicidade de chegar na redação, pegar o telefone, ligar para a Polícia Militar de Sarandi e o policial de plantão dizer "não há ocorrências". Pelo contrário, são furtos, assassinatos, pai que amarra filho para impedir o consumo de drogas e muito mais. Se eu fosse relatar aqui tudo o que já ouvi, acho que encheria a memória do meu blog e ainda não caberia. Só não consigo entender o porque de uma cidade de médio porte, tão cheia de pessoas honestas e trabalhadoras ser tão violenta igual vimos nos noticiários policiais. Essa foto fiz há alguns dias. Foi numa tarde de sábado. Estava de folga e resolvi sair para fotografar. Quando me dei conta já estava em Sarandi. O que mais me impressionou foram os moradores dessa região me falarem que não há violência por lá. E porque falam que há tanta violência por lá? Por isso, resolvi registrar o pequeno "espaço" daquele município onde os moradores dizem que "não há violência". Igual postado no título, a foto com as casas em madeira e em preto e branco demostran tranquilidade...
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Olimpíadas Rio 2016: Os talentos do esporte vão aparecer
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Vida de repórter não é mole!
Esse vídeo está bombando na internet. Uma equipe de TV saiu às ruas de Niterói, no Rio de Janeiro, para saber a opinião das pessoas sobre o serviço das barcas, mas acabaram encontrando o “senhor das terras do Rio de Janeiro”. Só vendo mesmo o vídeo para perceber a que ponto ele chegou.
